Cinta para hérnia umbilical – uma incrível aliada!

A cinta é um acessório muito utilizado para a manutenção de uma bela silhueta. Mas a peça pode ir bem além, e ajudar no tratamento de problemas de saúde! É por isso que há, por exemplo, a cinta para hérnia umbilical.

O que é hérnia umbilical?

A hérnia umbilical é uma condição que, como o nome já diz, ocorre na região do umbigo. Ela é caracterizada pelo aparecimento de uma protuberância nessa área, perceptível facilmente a olho nu ou ao toque. Essa protuberância é resultado do deslocamento de parte do intestino, tecido gorduroso, fluído do abdômen, vísceras ou tecidos semelhantes, que passam a ocupar um espaço diferente do que deveriam.

O problema ocorre tanto em crianças, quanto em adultos. No entanto, ele é mais comum entre bebês, e cerca de 20% desses indivíduos desenvolvem a doença. Normalmente ela ocorre por um defeito congênito, ou seja, já existente no nascimento, mas pode também acontecer devido à ruptura ou enfraquecimento do abdômen.

Por isso a área do umbigo parece tão sensível ao menor toque. A região acomoda boa parte dos tecidos celulares já citados, e caso haja impactos ou outros problemas, esse tecido pode dar origem à hérnia.

Sintomas da hérnia

As hérnias umbilicais geralmente são menores que 2,5 cm. Quando pequenas, elas dificilmente provocam sintomas, e acabam sendo percebidas apenas por um “inchaço” no umbigo. Porém, caso a protuberância seja maior, se aproximando dos 2,5 centímetros, o indivíduo pode apresentar dor e enjoo. Os sinais são intensificados ainda se há a realização de algum movimento brusco, exercício físico de alta intensidade, tosse, levantamento de peso ou até se o indivíduo permanece na mesma posição por muito tempo.

Já as crianças demonstram a existência de algum problema quando choram muito, ou riem muito, ou quando têm dificuldades em usar o banheiro. A protuberância também pode ser percebida pelo tato. De qualquer modo, muitas crianças apresentam o problema após alguns anos de vida, e não logo após seu nascimento.

Cinta para hérnia umbilical: quando utilizar?

Considerando a protuberância provocada pela hérnia, o tratamento do problema mais grave é realizado por sua retirada. No entanto, no período pré e pós-operatório, é possível diminuir o incômodo causado pela condição. Isso é realizado por meio da cinta para hérnia umbilical.

Para o pré-cirúrgico, a cinta pode diminuir a expansão do inchaço, uma vez que haverá um tecido impedindo essa ação. Além disso, o acessório dá suporte à toda região abdominal, evitando que os movimentos do dia a dia tenham tanto impacto sobre ela. Ou seja, os choques rotineiros vão atingir o umbigo em menor intensidade, diminuindo assim a dor e outros incômodos existentes.

O uso da peça deve ser realizado apenas como auxílio ao tratamento. Isso quer dizer que é sempre necessário buscar auxílio de um especialista, que poderá indicar tratamentos ainda mais incisivos à hérnia. A terapia apenas por conta própria não é uma boa opção, pois o problema pode ser maior do que aparenta.

No pós-cirúrgico, o efeito da cinta é o mesmo. No entanto, como a hérnia terá sido retirada, o cuidado no cotidiano é ainda mais importante. Afinal, assim como em qualquer cirurgia, a operação para cura da doença requer repouso. Requer ainda diversos outros cuidados, como evitar choques diretos ou impactos secundários. Do contrário, há chance de que os pontos se rompam ou que a hérnia apareça novamente.

Existe também a possibilidade de que a pele não cicatrize do modo correto, deixando marcas incômodas no corpo do indivíduo. Por isso, a cinta é tão importante, pois sustenta o corpo com maior eficácia.

Casos mais “brandos”

Em caso de protuberâncias bem pequenas, elas podem acabar por voltar sozinhas ao local adequado do corpo. Nestes casos, o uso da cinta é ainda mais interessante, pois o tecido vai ajudar o inchaço a recuar. Isso não significa, no entanto, que a visita ao médico deva ser descartada. Se a protuberância causar dor, esse é um sinal de alerta.

A avaliação de um especialista é sempre fundamental, e é ela que vai definir a real gravidade do problema. Se o indivíduo não procura o médico, pode acabar tratando de forma branda uma doença que merece terapia intensiva. O resultado para a saúde pode ser preocupante.

Causas da hérnia inguinal

A hérnia umbilical tem uma série de fatores de risco. Também chamada de hérnia inguinal, a condição provoca protuberância do umbigo e dor, e em casos bastante extremos pode chegar até a provocar o rompimento de órgãos como o intestino.

Nas crianças, a hérnia costuma se formar por condições congênitas. Já em adultos, o problema surge quando há muita pressão no abdômen, por uma série de fatores. Um destes fatores é a obesidade, que acaba por “inchar” a barriga do indivíduo e provocar impactos na região. Afinal, com peso maior do corpo, todo ele é mais exigido para manter as funções do dia a dia normais.

Uma cirurgia abdominal também causa maior sensibilidade dessa região. Assim como gestações múltiplas, uma vez que a barriga se expande e retorna ao normal algumas vezes. Se há ainda a ocorrência de ascite, ou seja, de acúmulo de líquido no interior do abdômen, o sujeito fica mais propenso à doença inguinal. A ascite é um sintoma de doenças renais, hepáticas, cardíacas e de tumores.

A hérnia costuma ser mais comum em mulheres, com idade superior a 50 anos. Esse grupo de risco existe porque, ao longo dos anos, o corpo acaba por se tornar mais frágil.

Finalmente, a condição acontece quando os músculos do abdômen não se unem corretamente na formação do bebê. Isso porque o anel umbilical é formado por músculos e tecidos ao qual se liga o cordão umbilical. O cordão é o responsável por fornecer nutrientes ao feto, para que ele se desenvolva. O anel umbilical costuma se fechar antes do nascimento da criança, mas, se isso não ocorre, ou se acontece de forma incorreta, há a fraqueza da parede abdominal. Logo, há também maior predisposição à evolução da enfermidade inguinal.

Diagnóstico

Geralmente, o diagnóstico da hérnia é realizado apenas pelo exame físico. Nele, o médico visualiza a protuberância na barriga, e também faz a percepção do inchaço pelo tato. Para verificar o tamanho da hérnia, ele pode também realizar alguns movimentos de aperto e distensão no abdômen do paciente.

Em alguns casos, o especialista considera ainda realizar exames de imagem. Neste caso, são indicados testes como o raio X e o ultrassom, que oferecem imagem mais detalhada da protuberância.

Tratamento

Alguns casos do problema não requerem tratamento específico. Pequenas protuberâncias podem conseguir voltar sozinhas para seu local de origem abdominal, processo no qual a cinta para hérnia umbilical pode auxiliar bastante. No entanto, em muitas das situações é necessária a realização de cirurgia.

A cirurgia torna-se emergencial quando ocorre o encarceramento da hérnia. Nesse quadro, uma víscera fica presa na protuberância, e não consegue voltar ao abdômen. Outra possibilidade é de estrangulamento da hérnia, em que a região tem diminuída sua circulação sanguínea. A baixa circulação pode afetar grandemente o funcionamento dos órgãos, e até mesmo levar à morte do tecido.

Na operação, é feita a retirada do inchaço, além de qualquer modificação interna necessária no abdômen, como o retorno de alguma víscera ao seu espaço original.

Cuidados no pós-cirúrgico

Após o procedimento cirúrgico, é fundamental que o indivíduo tome alguns cuidados. Apesar de parecer simples, a retirada da hérnia é feita num espaço bastante sensível, que corre riscos se não for bem cuidado.

Assim, o repouso costuma ser indicado por pelo menos três dias, em que o paciente deve fazer o mínimo de movimentos abdominais possível. Após esse período, é permitido realizar atividades simples cotidianas, como dirigir. Por outro lado, ao tossir ou espirrar, é importante colocar a mão sobre os pontos. Impactos mais bruscos colocam pressão sobre a área operada, e isso não é o ideal.

Ações com alta movimentação e impacto sobre o abdômen, porém, devem ser evitadas. Carregar peso de 10kg, por exemplo, só é indicado três meses depois da cirurgia. Já a alimentação pode se manter como a adotada antes da operação. Porém, pode ser interessante investir mais em fibras, pois eles facilitarão a evacuação, evitando dores e apertos no abdômen.

O uso da cinta no pós-cirúrgico e durante todo o processo de recuperação é indispensável para que haja conforto. Oferecendo suporte ao abdômen, o acessório diminui os impactos sobre a área, além de dar mais segurança ao indivíduo. Com ele, realizar as atividades cotidianas não é um problema, e a reabilitação do corpo é acelerada.

Outros efeitos da cinta

É claro que ao utilizar uma cinta para hérnia umbilical o paciente dificilmente tem objetivos estéticos. Afinal, o recurso serve como auxílio no tratamento da doença. Isso não elimina, no entanto, os resultados que a peça oferece para a beleza.

Primeiro, para a silhueta. A cinta serve como uma “fôrma” ao corpo, e assim define melhor a cintura e abdômen do usuário. Isso significa que não são necessários meses na academia para conseguir um corpo violão. Basta vestir a cinta, e o visual do corpo se torna muito mais bonito!

O resultado acontece porque o tecido elástico da cinta consegue deslocar as células de gordura do corpo, levando-as de um lugar ao outro e delineando a silhueta. No entanto, quando a peça é retirada, essas “gordurinhas” voltam ao seu lugar original. Assim, é importante utilizar o acessório por alguns meses, durante oito horas por dia, para que esse efeito seja permanente. Deste modo, após algum tempo as células não voltarão mais ao lugar: elas permanecerão onde a cinta as posicionou, garantindo belas curvas.

Além disso, o tecido elástico de uma cinta também melhora a circulação sanguínea do abdômen. Logo, as células recebem mais nutrientes e oxigênio, ganhando na capacidade de se renovarem. Essa ação permite, por exemplo, que o abdômen se cure mais rapidamente da cirurgia, evitando cicatrizes graças à renovação potencializada dos tecidos.

Ainda devido à circulação do sangue, o corpo também tem diminuídas marcas de estria. Associada a esses efeitos, há também a drenagem linfática, que elimina toxinas e células de gordura do corpo. Nesse caso, a pele se torna menos flácida, e as celulites são tratadas.

Por fim, o uso de uma cinta promove leve massagem constante ao corpo. Oferecida pelo tecido elástico, essa massagem traz sensação de relaxamento ao abdômen, ajudando inclusive na diminuição de quadros de dor.

Cuidados importantes

Após uma cirurgia de hérnia, a temperatura do abdômen pode ser uma preocupação. Não é incomum questionamentos como “A cinta esquenta? Isso pode atrapalhar minha recuperação?”. Pensando nisso, a Yoga desenvolveu produtos porosos. Ou seja, as peças possuem pequenos orifícios, que permitem ótima respiração da pele. Dessa forma, o suor não se acumula, o abdômen não esquenta e não há prejuízos à reabilitação pós-cirúrgica.

Independentemente do momento de uso da cinta para hérnia umbilical – antes ou depois da cirurgia –, é fundamental ter cuidado na escolha do tamanho da peça. Uma cinta deve comprimir, e nunca apertar.

No senso comum, há a ideia errônea de que, quando mais apertado, mais efeitos o acessório trará. No entanto, a compressão exagerada do abdômen pode trazer grandes problemas, como o atrofiamento de músculos ou a dificuldade em respirar. Considerando ainda os quadros de hérnia, o aperto exagerado pode piorar o problema, ao invés de auxiliar em sua terapia.

Deste modo, busque sempre orientação para compra de sua peça. Os consultores da Yoga estão sempre disponíveis para te ajudar a definir o acessório adequado ao seu quadro e corpo! Nosso catálogo inclui modelos diversos, como aqueles semelhantes a espartilhos, que pressionam apenas o abdômen. Existem ainda os que oferecem compressão também de outras áreas, como do busto ou das pernas, e podem assegurar melhor sustentação do corpo. Para homens e mulheres, os acessórios podem auxiliar bastante no tratamento da enfermidade inguinal, e ao mesmo tempo melhorar as condições de movimento e bem-estar no dia a dia.

Lembre-se ainda que, ao perceber uma hérnia, é necessário buscar auxílio médico. Como já explicado, são muitas as situações em que o problema vai requerer cirurgia. Adiar a visita ao consultório quando a protuberância provoca dor é um erro, e pode dificultar o tratamento da condição.

 

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